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REMUNERAÇÃO VARIÁVEL POR PRODUTIVIDADE

            Atualmente, as empresas vêm passando por diversas mudanças que têm gerado impacto diretamente em sua logística. O crescimento célere do e-commerce fez com que os investimentos em tecnologia aumentassem, possibilitando ganho de eficiência, agilidade e redução de custos.

          Quando se trata de logística, não há como dissociar o investimento em tecnologia, bem como o investimento em capital humano, que é um dos pilares responsáveis por sustentar este crescimento e elevar a competitividade da empresa. Uma forma bem estratégica de investir neste capital humano é criar um modelo de remuneração que esteja alinhado com os objetivos da empresa. O modelo mais tradicional é o que remunera os colaboradores de acordo com os volumes de venda, porém, para uma equipe operacional, o ideal é trabalhar com métricas que levem cada colaborador a ser recompensado de acordo com o volume produzido, valorizando a qualidade.

         O primeiro passo para implantar um modelo de Remuneração Variável por Produtividade é estabelecer qual será a forma mais adequada de medir as atividades realizadas por cada colaborador. Esta medição pode ser feita desde uma forma mais simples, utilizando planilhas eletrônicas, até as mais aprimoradas, onde são adotados sistemas especializados como, por exemplo, o WMS (sistema de gerenciamento de armazém), que é uma solução digital que possibilita todo o monitoramento das operações e dos colaboradores.

        A seguir, o passo mais importante e complexo é estabelecer quais serão os critérios de apuração, levando em consideração os que mais impactam a realização das atividades de cada indivíduo, de forma a garantir que sejam contemplados o esforço, a responsabilidade e o grau de importância de cada tarefa dentro da cadeia logística.

            Vencidas estas duas etapas – estabelecidos a forma mais adequada de medir as atividades e os critérios mais apropriados de apuração –, este modelo proporcionará à empresa uma visão clara daqueles colaboradores que realmente se destacam na realização de suas atribuições, permitindo a definição de uma prática de “recompensa”, que pode ser feita por meio de prêmios físicos como cestas, cartões de presente ou prêmios em dinheiro. Este deve ser um processo todo documentado, que conte com o apoio da área jurídica para regulamentação trabalhista através dos acordos coletivos.

        Em um modelo bem estruturado de Remuneração Variável por Produtividade, o maior benefício é a motivação. Dessa forma, os profissionais percebem que serão valorizados e retribuídos pela empresa de acordo com sua performance, com seu desempenho. E, para a empresa, o ganho não está apenas em “fazer mais com menos”, mas, também, em conseguir reter seus talentos, reduzir os índices de turnover, criar uma cultura de ganho coletivo e promover desenvolvimento pessoal.

          A QLog já realizou diversos projetos com este foco, auxiliando empresas a reconhecerem seus talentos, obtendo ganhos objetivos com o aumento de produtividade, com a redução de custos e alcançando um benefício que é imensurável: o senso de valorização de seus colaboradores. Converse conosco. Vamos, juntos, cuidar deste que é o bem mais valioso da sua empresa.

           Elaine Fonseca é sócia diretora da QLog e atual responsável pelo setor de Gestão de Projetos, coordenando os prazos e os recursos envolvidos na execução e na implantação de um projeto. Formada em Administração de Empresas, com especialização em logística e experiência de 20 anos de atuação no ramo, desenvolveu vários projetos relacionados a Transportes, Remuneração Variável por Produtividade, Implantação de Centros de Distribuição, Planejamento e Controle de Estoques e Estudo de Redes, nos segmentos atacado-distribuidor e varejo, moveleiro, indústria, entre outros.

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